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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

6 dicas para ter uma boa contabilidade

Um empreendedor que visa ao crescimento da sua empresa precisa ter conhecimento profundo sobre a situação econômico-financeira do negócio. A contabilidade deve ser encarada como um recurso valioso de gestão, e não como uma obrigação enfadonha. Entre as várias vantagens de uma boa análise contábil está uma melhor compreensão dos custos e das despesas da empresa, além da rentabilidade do capital investido. Com essas informações, o empreendedor pode direcionar melhor suas decisões e seus aportes.



Outros benefícios de uma boa gestão contábil são a possível redução da carga tributária incidente sobre a empresa. Com uma boa orientação de um contador, o empresário pode escolher o regime de tributação mais adequado para o negócio em determinado momento. Algumas indicações que também podem auxiliar o empresário são quanto ao nível de endividamento – se está adequado – e se o negócio está realmente dando lucro.

Escolher uma boa assessoria contábil é fundamental nesse processo. Confira os passos para assegurar o melhor acompanhamento para o seu negócio.


1. Como escolher um escritório de contabilidade? 
Iniciar a sua busca pela internet é um passo válido, mas lembre-se de que o escritório deve ser localizado na mesma cidade que a empresa. Isso porque, de acordo com Valdir Pietrobon, presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon), a legislação contábil e as obrigações tributárias podem variar bastante em diferentes locais.

Indicações de bons serviços são geralmente úteis. Uma opção é solicitar ao escritório uma breve relação de clientes para procurar referências. É possível, também, buscar indicações de empresários conhecidos que estejam satisfeitos com o trabalho de suas empresas contábeis.


2. Encontrei um escritório. Como proceder? 
De acordo com o presidente da Fenacon, é aconselhável realizar uma consulta no Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon) do estado para verificar se o escritório é filiado. Também é necessário consultar o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) para checar se tanto a empresa como seus responsáveis estão devidamente inscritos e regulares no exercício das suas funções.



3. Quanto devo pagar de honorários? 
Os valores podem variar bastante de acordo com os serviços demandados. A Fenacon recomenda levantar um orçamento com alguns escritórios e então avaliar o custo- benefício de cada um deles. Não existe regra certa a respeito do que abrange o serviço de contabilidade. “O conceito de serviço é abstrato”, diz Pietrobon. “Existem alguns que fazem o básico e outros que vão além. O pagamento tem de ser proporcional ao serviço prestado.”



4. Como deve ser o acompanhamento? 
Independentemente de ter contratado um serviço de contabilidade, um empresário precisa conhecer minimamente os tributos e os encargos que incidem na atividade da empresa e acompanhar o recolhimento dos valores. Ele deve solicitar periodicamente à empresa contábil a certidão negativa dos principais órgãos (Receita Federal, Secretaria da Fazenda e Prefeitura Municipal), que é um dos indicativos de que a empresa não possui pendências. É bom, também, pedir com frequência um balancete.


Desde o início, é importante acordar em contrato reuniões frequentes com os profissionais da contabilidade. De acordo com Pietrobon, o acompanhamento ideal seria diário. Mas, como isso não é sempre possível, ele indica ao menos um encontro por mês. “Essa reunião é importante, nem que seja para tomar um café e ter um panorama geral de como andam as finanças. Isso agrega valor ao trabalho de ambos os lados”, afirma.


5. Com quem ficam os documentos? 
A documentação que deve ser guardada pela empresa:

Documentos da constituição da empresa, como o registro de firma individual e/ou contrato social e os registros em todas as repartições fiscais, como o CNPJ e o alvará de funcionamento.
Também devem ser mantidos, depois de efetuados os devidos lançamentos fisco-contábeis, todos os documentos referentes à atividade. Eles devem retornar à empresa logo após sua utilização pela contabilidade:

• Notas fiscais de compras
• Despesas gerais (água, luz, telefone)
• Talonários de vendas
• Guias de recolhimento de todos os tributos
• Extratos bancários
• Livro ou ficha de registro dos empregados
• Registros de ponto dos funcionários, para averiguação do Ministério do Trabalho

A documentação que deve ser guardada pelo escritório de contabilidade:

• Contrato de prestação de serviço entre a contabilidade e a empresa
• Livros fiscais e contábeis
• Cópia dos documentos de constituição da empresa
• Cópia do livro ou ficha de registro dos funcionários


6. Quem deve pagar os impostos? 
O serviço contábil nunca deve pagar contas. A assessoria é responsável por passar os vencimentos para a empresa, mas é o dono do negócio quem deve cuidar do pagamento. Se o empresário notar irregularidades no serviço de contabilidade, ele pode denunciar o escritório ao Conselho Regional de Contabilidade (CRC), fazer a rescisão do contrato e procurar outro profissional.



Fonte
PEGN
6 dicas para ter uma boa contabilidade

terça-feira, 6 de novembro de 2012

4 clichês que os vendedores devem parar de usar já



  Especialista fala sobre as frases feitas que atrapalham a venda e até espantam o cliente

Quais clichês os vendedores devem parar de usar?

Toda venda bem-sucedida nasce de uma relação de confiança entre um vendedor e o cliente. Por isso, o uso de jargões populares, mentiras ou falar demais podem ser erros fatais durante um processo de negociação. Consumidores gostam de ser ouvidos e sentir que estão fazendo a melhor escolha ao adquirir um produto ou serviço.

1) Foi feito para você

Uma situação comum, e que provavelmente muitos já passaram por ela, é o provador de loja. Existem vendedores que gostam de usar expressões como "essa roupa ficou perfeita, até deixou você mais magro" ou "parece que essa peça foi feita especialmente para você", essas frases podem demonstrar para o cliente que a verdadeira preocupação está apenas em fechar a venda de olho na comissão.

2) Só isso?

Cuidado também com expressões que desdenhem do poder de compra das pessoas. Quando um cliente ouve "tem certeza que é só isso?" ele pode entender que a compra dele é insignificante para a loja.

3) Você não vai encontrar oferta melhor

Dizer também que "não existe nada melhor no mercado" ou "pode pesquisar, tenho preços imbatíveis" podem ser erros graves. Subestimar a concorrência não é a melhor saída. Aliás, evite citar o trabalho concorrente, não dê motivos para que o cliente busque outras propostas e foque em provar por que o seu produto é melhor. Aposte nos diferenciais, nas vantagens e benefícios que ele proporcionará e sugira o fechamento da compra com base nesses argumentos.

4) “Querida...”

Intimidade em excesso com o cliente também pode ser uma atitude negativa. Expressões como "flor", "amiga" e "querida" podem incomodar, pois cada pessoa tem um perfil e um motivador de compras. Portanto, converse, mas saiba respeitar os limites. Não force uma aproximação, isso poderá ter um resultado contrário ao que se esperava. Já foi o tempo em que o "bom de papo" era considerado o melhor vendedor. Estabelecer um diálogo é importante, mas é necessário entender que cada atendimento terá características diferentes.

Fonte: Exame
4 clichês que os vendedores devem parar de usar já

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A espessura dos Laptops da Dell através dos tempos

Você já se deu conta da velocidade com que a tecnologia avança com o passar dos anos? Com os notebooks da Dell, não é diferente. Preparamos um infográfico para você perceber essa evolução, que começou em 1989 com o notebook 316LT (pesando quase 7kg!), chegando aos dias de hoje com o ultrafino e potente XPS13, que tem espessura máxima de 1,8 cm. Conheça a linha de ultrabooks Dell: http://del.ly/6034pye0

A espessura dos Laptops da Dell através dos tempos

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Como transformar projetos em resultados?

"A única forma de você implementar a inovação é através de projetos. E se você não gerenciá-los, eles não vão ser bem implantados e não vão gerar a vantagem competitiva que você precisa", afirma especialista

Por Simão Mairins, www.administradores.com

Em plena expansão, o Brasil tem hoje em andamento uma série de grandes empreendimentos de infraestrutura, como a ferrovia Transnordestina, a transposição do Rio São Francisco, os estádios da Copa e outras obras de infraestrutura necessárias para o evento, portos, estradas. E tudo isso parte (ou, pelo menos, deveria partir!) de um projeto, algo que estabeleça uma disciplina para que tudo seja feita da forma mais otimizada possível. Na prática, é verdade, as coisas não funcionam bem assim. Mas precisam funcionar. E para que funcionem, gerenciar bem os projetos é um dos passos mais importantes, algo que vale para esses casos citados acima, mas também para o dia a dia das empresas.


O brasileiro Ricardo Vargas, que preside o Project Management Institute (PMI), concedeu uma entrevista ao Administradores.com em que explica o que, de fato, é o gerenciamento de projetos, sua importância e como ele pode ser decisivo para o cotidiano do mundo corporativo e o desenvolvimento do Brasil.

O que é, de fato, o gerenciamento de projetos?
O gerenciamento de projetos, nada mais é do que uma técnica e um modelo que serve para você administrar projetos. E o que é um projeto? O projeto, nada mais é do que algo temporário e único. Talvez a melhor forma de você entender o conceito de gerenciamento de projetos, é entendê-lo através da comparação com a rotina. O que é uma rotina? Uma rotina é algo que você faz repetidas vezes, e por repetir daquela forma, você se torna mais rápido, mais hábil, mais preciso e etc. O que é o projeto? O projeto é o oposto da rotina. O projeto é aquilo que você não faz todo dia, é aquilo que você não tem habilidade específica e por isso precisa de um esforço gerencial diferenciado. Você precisa trabalhar de uma forma diferente, você precisa entender os riscos, o escopo, os prazos. Gerenciamento de projetos é o que? É uma disciplina, onde as melhores práticas pra que você administre bem os seus projetos são estabelecidas. Então essa disciplina começa a fazer parte das organizações.
Foto: Shutterstock
Qual a importância dessa atividade para as empresas?
As empresas hoje estão infinitamente mais voltadas pra projetos do que para rotinas. Então a importância dessa atividade é crucial pra que ela consiga administrar seus novos empreendimentos. Então a importância dessa atividade para as empresas é permitir com que a empresa alcance um novo patamar de competividade através da inovação. E a única forma de você implementar a inovação é através de projetos. E se você não gerenciá-los, esses projetos não vão ser bem implantados, não vão produzir inovação e não vão gerar a vantagem competitiva que você precisa.

Várias obras de grande porte estão em andamento no Brasil e outras devem vir por aí. Historicamente, entretanto, esses são processos muito lentos, sofrem com corrupção, serviços mal feitos entre outras coisas. Falta capacidade ao poder público para gerenciar projetos de grande porte?

Eu queria até ser mais amplo. Eu acho que falta uma capacidade geral, não só do poder público, do governo, mas também das organizações, instituições, em gerenciar atividades extremamente complexas, grandes. Por quê? Hoje temos um problema com a falta de talento, a falta de profissionais qualificados. E isso não é um problema exclusivo do Brasil, isso é um problema mundial. Hoje nós temos um problema de falta de talentos muito grande, um problema de aumento da complexidade, dos riscos, dinâmica de mercado. Ou seja, o mercado está variando e está sofrendo alterações de uma forma muito mais dinâmica, então isso tem aumentado enormemente a complexidade do que se tem feito. Você envolve muitos fornecedores, muitos parceiros, muitas entidades, e com isso a transparência pode estar comprometida, abrir espaço pra atividades ilícitas. Então isso tudo gera um cenário muito mais complexo do que o cenário tradicional que nós estamos costumados, por isso o desafio, e por isso que obras de grande porte precisam de um gerenciamento de projetos extremamente efetivo, competente e presente.

E quanto às empresas brasileiras: de modo geral, elas gerenciam bem seus projetos?

Eu queria dizer que de modo geral elas não gerenciam bem seus projetos. Porque quando você gerencia bem, efetivamente, com resultado, você cresce de forma exponencial. E claro que algumas empresas brasileiras estão fazendo isso muito bem. Mas o que a gente vê no mundo, como um todo, é um desenvolvimento mediano desses projetos, por isso que eu volto a dizer e repito: se as empresas começarem a pensar nisso e investirem mais na gestão de projetos, essas empresas vão conseguir um sucesso muito maior. Então, queremos dizer que nós não estamos atrás, mas também não somos líderes e pioneiros nessa área.

Quais as principais características de um projeto bem gerenciado?

Um projeto bem gerenciado tem, na verdade, duas coisas que ele atende. A primeira coisa é quando a gente fala em gestão do projeto. Ele cumpre prazos, escopo do que tem que ser feito, cumpre orçamento, é administrado dentro um de patamar tolerável de risco. Agora, além disso tudo, nós temos que falar também dentro desse conceito de projeto, do conceito de gestão de portfólio: aquele projeto tem um business case viável, inteligente e realista. Porque não adianta eu realizar bem no prazo e no orçamento aquilo que não tem nada a ver e não reflete a realidade organizacional. Por exemplo, o que adianta hoje eu ser o melhor fabricante do mundo de disco de vinil se disco de vinil não vende? Eu preciso entender até quando eu consigo agregar e produzir valor em cima desse cenário. Então o projeto bem gerenciado é aquele que não só cumpre prazo e orçamento, como entrega o benefício previsto e esperado. 

Como transformar projetos em resultados?

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Especialistas defendem atualização do Código de Defesa do Consumidor

“Não será retirada uma linha sequer do que o código já tem. Só se acrescentará aquilo que há 20 anos não existia.” O diretor do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), Bruno Miragem, sintetizou assim os três anteprojetos encaminhados para tramitação no Congresso Nacional para atualizar o Código de Defesa do Consumidor (CDC), em vigência desde 1990. As necessidades de mudanças no texto foram defendidas durante a 3ª Conferência Estadual de Defesa do Consumidor, encerrada sexta-feira.

Nesse esforço de aproximar o código da realidade atual brasileira, os textos tocam em questões referentes ao comércio eletrônico e ao endividamento dos consumidores. “São fatos novos na sociedade de consumo. Em termos de comércio eletrônico, basicamente se tenta especificar os deveres de informação para o consumidor, para dar efetividade aos direitos que já existem no código, como o de arrependimento. Os anteprojetos procuram resolver questões práticas, como quem paga a devolução e para que endereço a mercadoria deve ser enviada. São questões simples, mas importantes”, disse Miragem.

Também informação é o centro da mudança, que tem por objetivo minimizar o grau de endividamento dos consumidores. Segundo o diretor do Brasilcon, a ideia é trabalhar de forma preventiva, esclarecendo o consumidor e dando limites à publicidade. Anúncios do tipo “crédito sem juros”, “crédito na hora” ou “sem consulta ao SPC e Serasa” passarão a ser considerados enganosos.

Já o terceiro ponto diz respeito a um aperfeiçoamento das ações coletivas. Para o procurador de Justiça do Ministério Público do Estado, Paulo Valério Moraes, nada mais é do que um esforço para proteger a condição de cidadania dos consumidores. Ele explicou que, ao longo dos mais de 20 anos de vigência do Código de Defesa, várias tentativas foram feitas para retirar ou minimizar esse direito. São os casos das exigências de listagem, na petição inicial, de nomes e endereços de todas as pessoas afetadas em ações coletivas e, também, da restrição geográfica dos efeitos da decisão judicial mesmo quando o efeito prejudicial ao consumidor se estende por todo o território nacional. “Imagine o caso de uma ação movida por um sindicato que tem 80 mil profissionais filiados. Só para citar nome e endereço de todos eles, a petição teria de ser entregue de caminhão”, exemplifica.

Essas situações estão entre as eliminadas pela proposta de revisão do CDC. Segundo Moraes, até esse momento, o Brasilcon está revisando a redação e fazendo sugestões aos parlamentares para que o texto não deixe margem a entendimentos que prejudiquem o acesso à Justiça.

Com isso, detalhou, se evitaria a criação de câmaras exclusivas para tratar de questões recorrentes, como as que contemplam questões bancárias. Para o procurador, é o poder de influência política que vem impedindo a transformação imediata de uma decisão favorável ao conjunto dos consumidores em norma regulatória.
Entidades acompanham tramitação para manter garantias

O diretor do Procon estadual, Cristiano Aquino, afirmou que todas as diretrizes debatidas na conferência e entendidas como necessárias para o avanço do Código de Defesa do Consumidor foram incluídas em uma carta. Nesse documento público, ainda segundo Aquino, foram traçadas metas para que os órgãos de Defesa do Consumidor as executem já no próximo ano. A ideia é garantir articulação nacional para acompanhar a tramitação dos projetos e evitar a aprovação de qualquer emenda que represente um retrocesso no conjunto de leis.

A diferença das propostas de atualização, conforme apontou Miragem, é a visão sistêmica sobre o Código de Defesa do Consumidor. “O risco de sofrer alguma alteração negativa é permanente. Hoje, além dessa proposta, existem mais de 600 projetos de lei para mudar o código. São projetos avulsos, sem visão sistêmica. Que existe perigo de descaracterização, existe”, disse o diretor do Brasilcon Bruno Miragem. Ele espera que até o final de 2013 os três textos tenham sido aprovados no Senado e, também, na Câmara dos Deputados.
Fonte: Jornal do Comércio - RS
Especialistas defendem atualização do Código de Defesa do Consumidor

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Região discute políticas para fortalecer micro e pequenas empresas



O Chefe do Executivo Municipal de Apucarana abriu os trabalhos
Representantes de Apucarana e outros municípios da Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (AMUVI), entre eles autoridades políticas e membros de entidades ligadas ao setor produtivo, participaram nesta segunda-feira (15/10), nas dependências do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), de Apucarana, da 1ª Reunião do Fórum Regional Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte da Microrregião da AMUVI.

O momento, organizado pelo Comitê Gestor Municipal das ME e EPPs de Apucarana, teve ainda participação do secretário de Estado em exercício da Indústria, Comércio e Assuntos do MERCOSUL e secretário Técnico do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado do Paraná (FPME/PR), Ercílio Santinoni. “Esta é a primeira reunião de um fórum fora da capital, Curitiba. Apucarana vem sendo um exemplo através de seu Comitê Gestor, bem como através do trabalho no setor exercido pelas secretárias municipais da Indústria, Comércio e da Fazenda”, observou Santinoni. Ele frisou que o Governo do Estado vem encontrando dificuldades de mobilização em outros municípios. “Os fóruns regionais são imprescindíveis para fomentar o Fórum Estadual de informações. São em reuniões como estas, em Apucarana, que são levantadas as demandas para que se possa levar a discussão para o nível Estadual e partir de então para o Nível Federal”, explicou o secretário.

O Chefe do Executivo Municipal de Apucarana abriu os trabalhos.

O presidente do Comitê Gestor Municipal e secretário da Fazenda da Prefeitura de Apucarana, professor Luiz Sérgio Hilário, ratificou que o fórum permanente da região da AMUVI é o primeiro a iniciar suas atividades no Paraná. “Temos desenvolvido um trabalho intenso no sentido de fortalecimento de nossas micro e pequenas empresas, haja visto recente evento denominado Fomenta Apucarana, que representa um marco divisor de águas neste sentido, juntamente com a estruturação de ações dentro Comitê Gestor Municipal, formado por diversas entidades ligadas a este setor”, assinala Hilário.

Na pauta do encontro em Apucarana estiveram temas ligados à importância do fortalecimento dos fóruns regionais, o papel dos fóruns regionais, bem como eleição do coordenador técnico (representante da iniciativa privada) dentro do Fórum Permanente da Região. Também devem ser discutida a implantação da REDESIM – Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios – CFSIM, compras governamentais e outros assuntos correlatos às demandas das entidades.

Microempresários e empresários de pequeno porte interessados em saber mais sobre novas reuniões devem entrar em contato pelo e-mail forumpme@seim.pr.gov.br ou ainda pelo telefone 3422-4000 – ramal 4270.

Dentre as missões dos fóruns estão as de promover, articular e integrar Governo e Entidades de apoio e representação, visando assegurar políticas públicas para o desenvolvimento e fortalecimento das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado do Paraná. Mais detalhes no site http://www.forumpme.pr.gov.br.

Região discute políticas para fortalecer micro e pequenas empresas

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Heineken começa a ganhar mercado no Brasil


A holandesa Heineken protagonizou, no início de 2010, um movimento com o potencial de fermentar o negócio de cervejas ao adquirir, por US$ 7,6 bilhões, a Femsa, dona das marcas Kaiser, Bavaria, Xingu e Sol. O negócio mudou o patamar da companhia no Brasil. De uma empresa com negócios tímidos no País, ela passou a ser considerada a principal rival local da Ambev, apoiada em sua presença em 130 países e faturamento global de € 17 bilhões. Para os brasileiros que acompanham apenas socialmente os movimentos do mercado de cerveja, esse potencial parece não ter se cumprido até o momento. Só agora, quase três anos depois, os resultados começam a aparecer – devagar, é verdade.

Em um ano, sua participação de mercado passou de 7,8% para 8,8%. Parece pouco, mas cada ponto percentual equivale a R$ 420 milhões a mais aos cofres da companhia, que faturou aproximadamente R$ 3 bilhões no ano passado. “Não estamos tão obcecados com participação de mercado”, afirma o português Nuno Teles, vice-presidente de marketing da Heineken no Brasil, um dos cinco diretores estrangeiros recrutados pelo CEO Chris Barrow para fazer a virada da cervejaria. Isso não significa, no entanto, que a Heineken, a quarta colocada no mercado brasileiro, esteja desprezando cada 0,1% de participação. Ele conta bastante para melhorar os números globais. No primeiro semestre deste ano, a receita do grupo cresceu 4,5% no mundo.

Nas Américas, a expansão foi de 8,4%, graças ao desempenho do Brasil e do México. E a companhia parece ter entendido que é a hora de pedalar mais rápido para aproveitar o bom momento. Em agosto deste ano, dobrou a produção das cervejas Heineken no País. A fábrica de Araraquara, no interior de São Paulo, herdada da Kaiser, foi também adaptada para produzir as características garrafinhas verdes. O objetivo de Barrow e sua equipe é aproveitar a expansão da categoria de cervejas premium no País, que representam atualmente 5% do consumo. Em dois anos, a Heineken triplicou sua participação no estrato das cervejas mais sofisticadas e detém, agora, 16% dessa categoria. A holandesa reforçou esse nicho ao trazer, em setembro, a Desperados.

Sucesso na Europa, a bebida consiste em uma mistura com tequila e limão, que deixa o gosto mais adocicado. O foco está nas casas noturnas, que podem praticar o preço sugerido de R$ 12. “A população brasileira está envelhecendo e vai querer beber mais por prazer do que para se embebedar”, diz Alexandre Horta, sócio da consultoria de varejo GS&MD – Gouvêa de Souza. Quando se trata de consumo de massa, no entanto, a empresa ainda depende das marcas compradas da Femsa, em especial da Kaiser. A marca, que chegou a representar 18% do mercado nacional, chegou às mãos dos holandeses com apenas 4% de participação. Depois de ser relançada em dezembro de 2011, ela está agora com 4,9%.

“Mudamos a embalagem, passamos a fabricá-la com as mesmas técnicas e controles de qualidade da Heineken”, afirma Teles. “Quando assumimos, ela era a cerveja líder em rejeição, com 10% de percepção negativa, e conseguimos reduzir isso à metade.” Mas a briga pelo mercado brasileiro não se resume apenas a sol, praia e cerveja gelada. Para se tornar uma ameaça real para a Ambev, a Heineken buscou sem sucesso novas aquisições. Ela entrou na disputa pela compra da Schincariol, que acabou nas mãos dos japoneses da Kirin. Depois, seu alvo foi a Petrópolis, do Rio de Janeiro. “Há muita especulação, mas não estamos abertos a venda ou fusão”, diz Douglas Costa, diretor de marketing do grupo Petrópolis.

O interesse pela empresa iria além do ganho de participação de mercado. O segredo do sucesso no setor pode ser resumido em uma palavra: distribuição, que poderia ser reforçada com uma eventual aquisição da Petrópolis. Algo que é uma questão não solucionada na Heineken. A empresa herdou da Femsa o direito de utilizar o sistema logístico da Coca-Cola. Apesar de ser considerado o melhor do setor, ele também traz problemas. “A distribuição da Coca é o abraço do urso”, diz Horta, da GS&MD. “Ajudou a Heineken a entrar no mercado, mas evita que ela adquira o conhecimento do negócio. E quem vai ter sempre a prioridade nas vendas será a Coca-Cola.”

Fonte: Revista Isto É Dinheiro

Heineken começa a ganhar mercado no Brasil

terça-feira, 2 de outubro de 2012

SEMINÁRIO REÚNE EMPRESÁRIOS SUPERMERCADISTAS PARA DISCUTIR AS RELAÇÕES DE TRABALHO DO SETOR

Evento reuniu representantes do Ministério do Trabalho e gestores em ação inédita no país
Na última semana, gestores do setor supermercadista de Curitiba e Região Metropolitana estiveram reunidos no “Seminário de Sensibilização do Setor Supermercadista” organizado pela Associação Paranaense de Supermercados (Apras) e promovido pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Paraná (SRTE/PR).
O seminário teve como tema a “Gestão eficaz das relações de trabalho” e contou com a participação de mais de 100 gestores, líderes e empresários supermercadistas, que são diretamente responsáveis pelos colaboradores das lojas da capital e região, numa ação pioneira no país e que tem como objetivo buscar a melhora das relações de trabalho no setor.
“Nos sentimos aliviados e gratificados por unir um setor tão importante para a sociedade e economia do Paraná para dialogar de maneira franca, honesta e positiva sobre um assunto que visa harmonizar as relações dos empresários com os colaboradores”, discursou o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/PR), Neivo Beraldin.
De acordo com Beraldin, as informações colhidas durante o debate do seminário servirão de base para os trabalhos futuros do Ministério do Trabalho e Emprego no setor supermercadista e, começa após uma iniciativa da Associação Paranaense de Supermercados em reunir os associados da entidade.
“Como foi salientado pelo superintendente, mais uma vez, o Paraná sai à frente para discutir um assunto tão delicado e importante que é a questão da relação de trabalho no setor supermercadista”, afirma o presidente da APRAS, Cesar Moro Tozetto, que ainda aproveitou para pontuar a necessidade de leis e normativas que contribuam para a humanização da relação de trabalho.
No encontro foi apresentado um panorama sobre as leis que regem a contratação dos trabalhadores do setor supermercadista, assim como, um apanhado geral das leis trabalhistas existentes no Brasil e que ganharam um peso ainda maior a partir da Constituição de 1988.
Orientações quanto às condições de saúde do colaborador, recrutamento e seleção e, inclusive, as diferenças de um ambiente de trabalho gerido por um líder qualificado foram assuntos abordados pelos profissionais que ministraram as palestras. O seminário contou com a palestra de Sérgio Silveira de Barros, chefe da seção de inspeção do trabalho da SRTE/PR, Luiz Fernando Busnardo, chefe da seção de relações do trabalho da secretaria e da consultora e pedagoga Cristiane Carvalho Pasquinelli.
Palestras
A pedagoga e consultora Cristiane Pasquinelli foi quem iniciou as explanações do evento. Com a palestra “O papel do gestor de loja”, Cristiane abordou questões que parecem simples, mas que ainda provocam grandes problemas devido a uma má liderança por parte do gestor. Para exemplificar o tema, a consultora relatou sobre os contrates existentes em ambientes que possuem um bom líder dos ambientes em que “uma nuvem negra” parece estar no local.
Na palestra apresentada pela equipe da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, além das apresentações sobre os principais pontos do direito do trabalhador que ainda causam certos desentendimentos, uma bandeira foi levantada para que as empresas sejam mais humanistas, lembrando que o trabalhador é “formado” por Corpo e Mente e que quando estes estão em harmonia todos são beneficiados.
“Precisamos de empresas modernas e humanistas e que compreendam que todos caminham para o mesmo objetivo, que é o de ser feliz e satisfeito com a vida/trabalho que possui”, finalizou Sérgio Barros.
No final do seminário, um convite foi feito para que o setor participe das Câmeras Técnicas sobre “Trabalhos Terceirizados” e que são realizadas pela Secretaria de Trabalho e Emprego, principalmente pela importância de se discutir e compreender como são as relações de trabalho terceirizado no setor e que são indispensáveis para a indústria e os supermercados.
Fonte: Assessoria Apras
SEMINÁRIO REÚNE EMPRESÁRIOS SUPERMERCADISTAS PARA DISCUTIR AS RELAÇÕES DE TRABALHO DO SETOR

Indústria de alimentos e bebidas espera um Natal melhor neste ano

Otimista, indústria inicia vendas de fim de ano


Enquanto o varejo ainda trabalha nas vendas para o Dia da Criança, a ser comemorado na próxima semana, o pensamento da indústria já está longe: as festas de fim de ano movimentam a produção do setor de alimentos e bebidas, que tem no último semestre seu maior volume de vendas.

Fabricantes de bebidas, Cereser e Salton se prepararm para vendas de 10% a 15% maiores. Já as indústrias de panetone Cepam e Arcor trabalham com metas de crescimento de 12% a 20%. A central de cooperativas de carnes Aurora estima avanço de 10% sobre 2011, mesmo num mercado pressionado pelo aumento de custo dos insumos de produção.

Líder de mercado em sidras, a Cereser contratou 70 trabalhadores temporários, nas áreas de produção e logística, para dar conta da demanda do último quadrimestre. Dona das marcas Cereser e Chuva de Prata, a companhia projeta um crescimento médio de 11% em volume, sobre a produção do fim do ano de 2011. Este ano, a empresa deve fabricar 17,5 milhões de litros de bebidas, entre as duas marcas.

O aumento está acima da média dos últimos anos, em que a empresa registrou avanços entre 5% a 6%, segundo o diretor comercial da companhia, José Fontelles. "O crescimento será maior pois vamos trabalhar fortemente a marca Chuva de Prata este ano", conta o executivo. "Assim, a marca Cereser deve registrar avanço de 7%, enquanto a Chuva de Prata crescerá 14%", diz.

Bebida de maçã e uva, a Chuva de Prata almeja um público acima da Cereser, afirma Fontelles. O filtrado representa 30% do volume da companhia e esse ano foi reforçado com o lançamento da Chuva de Prata Glitz, produto que ganhará campanha televisiva nacional. Já a marca Cereser será reforçada com o lançamento de bebidas licenciadas de cinco times de futebol brasileiros e da nova Cereser sabor maçã-verde.

Tendo iniciado a venda de produtos para o fim de ano em agosto, a empresa registrou, já naquele mês, avanço de 20% no número de pedidos. Os preços foram ajustados em 5% a 6% em 2012. Segundo Fontelles, o primeiro semestre foi muito duro para o mercado de bebidas. "No segundo semestre, temos percebido uma disposição maior do varejo em retomar negócios, com isso esperamos fechar 2012 com um crescimento total de 6% a 7%", prevê.

A Salton, maior fabricante nacional de espumantes, deve contratar apenas em São Paulo cerca de 100 trabalhadores temporários, entre promotores, degustadores e funcionários de logística. A produção de espumantes e frisantes da empresa deve crescer de 18% a 20% em 2012, afirma a diretora executiva Luciana Salton. As duas categorias representam 38% do faturamento da companhia, que em 2011 foi de R$ 255 milhões, com expectativa de chegar R$ 290 milhões este ano. Já os vinhos finos e demais produtos, devem avançar de 10% a 12%.

"O período de final de ano traz cerca de 50% do faturamento anual da empresa", conta Luciana. Segundo ela, a empresa está ainda em período de negociações e deve começar a realizar entregas em outubro. "A exposição maior do espumante deve acontecer em novembro." A vinícola apostará principalmente em ações no ponto de venda para divulgar seus produtos e espera crescer para além do Rio Grande do Sul e de São Paulo, rumo ao nordeste e ao Rio de Janeiro. Os espumantes este ano foram reajustados em 2% a 3%. "Trabalhamos para fazer o menor reajuste possível, pois chegam muitos produtos importados de baixa qualidade mais baratos que os nossos. O consumidor tende a achar que só porque é importado é melhor, então temos que ter sempre preços bons", diz.

Panetones

A Cepam, fabricante dos panetones Village, contratou 400 temporários em 2012, entre Páscoa e Natal. A produção sazonal deve crescer fisicamente cerca de 12%, afirma o gerente comercial da empresa, Reinaldo Bertagnon. "Temos capacidade para crescer até 16%, se houver necessidade até o fim da campanha", diz ele. A panificadora já entrega pedidos desde agosto, antecipando-se em um mês, em relação a 2011. "Este ano, como o Natal cai numa terça-feira, teremos muitos dias de feriado a mais, o que deve ajudar o crescimento das vendas. A expectativa é muito boa", afirma.

Como lançamento, a empresa traz panetones licenciados da Galinha Pintadinha e deve reforçar a linha Patati Patatá. O trufado e o light também devem receber atenção da companhia. A Cepam tirou de seu portfólio o panetone de doce de leite e o de 1 kg, aumentando o de 750 g para 908 g, visando à exportação. Os produtos foram reajustados em 5,8%.

A Arcor contratou 200 trabalhadores, entre funcionários de fábrica e promotores, para a temporada de panetones. "Em 2011, o volume de vendas cresceu em 10% e, para 2012, estamos projetando 20%", informa a companhia, através de sua assessoria de imprensa. O volume de produção deve ser de 2 mil toneladas e as vendas tiveram início na segunda quinzena de setembro.

A empresa traz como lançamentos seis novas licenças de clubes de futebol para a marca Triunfo e o Panettone Gotas de Chocolate Arcor. Serão investidos mais de R$ 2 milhões em ações de marketing e promoções no ponto de venda. O reajuste de preços este ano ficou em 8%.

Carnes

A Aurora Alimentos espera um avanço de 10% em suas vendas de fim de ano em 2012, ante alta de 8% em 2011. "O fator que justifica essa expectativa é o aumento do poder de compra do consumidor e o estímulo do governo brasileiro ao consumo", diz o gerente de Marketing Ricardo de Oliveira.

A empresa vê um crescimento em particular nos produtos já temperados e com facilidades para assar. Os lançamentos para 2012 são o Blesser Aurora Preparo Fácil, Lombo Aurora Preparo Fácil e Pernil Aurora Sem Osso Preparo Fácil, os produtos não precisam ser descongelados: vão do freezer direto para o forno. As vendas devem começar em outubro, com preços reajustados, devido à pressão dos insumos, mas a Aurora não revela o percentual de correção.

Fonte: DCI
Indústria de alimentos e bebidas espera um Natal melhor neste ano

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

FEBRATEX 2012


A MAB Fortuna esteve presente na maior feira da América Latina.

Em agosto de 2012, Blumenau foi sede de mais uma edição da Febratex.

A exposição reuniu o que há de mais moderno em tecnologias e novidades para o setor têxtil durante sua 13º edição que utilizou 100% do espaço do Parque Vila Germânica / PROEB.

Em 2012 a feira contou com uma área total de 15 mil metros quadrados para exposição, onde reuniu 350 estandes com mais de 1900 marcas representadas, recebendo mais de 89 mil visitantes durante os 4 dias de exposição.

A Febratex 2014 já tem data e estamos preparando novidades para aquecer o mercado!

Febratex 2014
De 12 a 15 de agosto de 2014. Das 14 às 21hs.
Parque Vila Germânica / PROEB
Rua Alberto Stein, 199
Bairro Velha
Blumenau – SC – Brasil

Fonte: FEBRATEX

FEBRATEX 2012

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Crise faz a Europa importar menos cachaça brasileira

O aperto no bolso de parte dos europeus, trazido pela crise econômica, provocou redução nas exportações brasileiras de cachaça para o Velho Continente nos sete primeiros meses deste ano.

Grécia e Portugal tiveram as maiores retrações nas compras, enquanto a Espanha manteve o volume do ano passado. Já a Itália, um dos principais importadores do produto, elevou em 23% as compras em relação a 2011. A Itália também passa por problemas econômicos.

A queda nas exportações ocorre mesmo com a desvalorização do real, de 8% neste ano em relação ao dólar, o que torna as vendas externas mais competitivas.

Até mesmo a Alemanha, tradicional líder na importação de cachaça, comprou menos produto brasileiro.

Os alemães importaram 1,3 milhão de litros de janeiro a julho, 34% menos do que em igual período anterior. Os gastos alemães caíram para US$ 1,45 milhão no período.

Se os europeus importam menos, os norte-americanos aumentam as compras da bebida, pagando mais.

A importação feita pelos EUA somou 420 mil litros até julho, ou US$ 1,3 milhão. Os gastos dos norte-americanos subiram 33% no período.

Os países da América do Sul também foram importantes para o mercado brasileiro de cachaça. O Paraguai, quarto maior importador da bebida brasileira, elevou em 14% as compras, que atingiram US$ 706 mil. Os argentinos, embora com participação menor no mercado brasileiro (347 mil litros), elevaram em 60% as compras neste ano.

Os exportadores conseguem também avançar no mercado asiático e no Oriente Médio. Os Emirados Árabes elevaram em 122% as compras, enquanto a China aumentou o volume deste ano para 17 mil litros.Pé no freio As exportações de etanol estão com forte recuo no início deste mês. As vendas somam 7 milhões de litros por dia útil, 63% menos do que as de julho e 46% inferiores às de agosto de 2011, segundo dados da Secex. 

Fonte: Folha de S.Paulo

Crise faz a Europa importar menos cachaça brasileira

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Dólar mais caro não freia importado

Levantamento da Fiesp mostra que fatia de concorrentes estrangeiros subiu e foi recorde no 2º trimestre de 2012

Indústria diz que vai levar tempo para que os setores afetados possam se reerguer e recuperar mercado


Nem a recente valorização do dólar tem ajudado a indústria nacional a concorrer com os importados.

Segundo levantamento da Fiesp, a presença de produtos estrangeiros no consumo doméstico de itens industriais aumentou no segundo trimestre. Isso apesar da desvalorização de 11% do real ante o dólar em relação à cotação média do primeiro trimestre.

A desvalorização deixa o produto brasileiro mais barato em dólar e, em tese, mais competitivo.

Mesmo assim, a Fiesp informou que 1 em cada 4 produtos industriais consumidos no país é importado (24,05%). A marca é recorde, superior à do quarto trimestre de 2011 (23,97%), quando o dólar médio era de R$ 1,80. Ontem, a moeda fechou a R$ 2,021.

Segundo pesquisa semanal do Banco Central, analistas preveem que a taxa de câmbio fechará 2012 em R$ 2, diante da intenção do governo de manter a desvalorização do real para dar competitividade à indústria.

DÓLAR A R$ 2,30

De acordo com o diretor de assuntos internacionais da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca, o dólar mais caro ainda não surtiu efeito por completo e defende mais:

"Diante da excessiva valorização do real ocorrida no passado, há espaço para o dólar ir a R$ 2,20, R$ 2,30".

Além disso, diz, alguns fabricantes desapareceram com a falta de encomendas, e a recuperação leva tempo.

"A 'ressubstituição' dos importados não depende só de preço, mas também de qualidade. Os fabricantes que ficaram parados dois, três anos terão que atualizar a produção e introduzir tecnologia para competir. Isso pode levar anos", disse.

A perda da fatia dos produtos nacionais ocorreu mesmo com a queda do consumo doméstico. Com a crise, o consumo de itens industriais recuou 3,8% no segundo trimestre ante o mesmo período do ano passado.

Mas a produção doméstica caiu mais: 5,2%. Assim, mesmo com um mercado menor, a importação aumentou 1%.

Além do câmbio, diz Giannetti, a recuperação da competitividade depende da confiança de que os estímulos dados ao setor continuarão.

"Antes de inventar novas medidas, o governo deveria manter e ampliar as que estão em curso, como a desoneração da folha de pagamentos e o Reintegra [devolução de imposto ao exportador]."

A Fiesp informou ainda que a fatia da produção local voltada para exportação também subiu e alcançou 20,5%. 
Fonte: Folha de S.Paulo

Dólar mais caro não freia importado

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ICMS unificado beneficiaria 20 Estados

Estudo feito pelo Ministério da Fazenda mostra que 20 dos 27 Estados (incluindo o Distrito Federal) ganharão com a unificação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 4%. Nas projeções da Fazenda, até mesmo São Paulo, o maior exportador do país, ganhará com a mudança. Também Minas Gerais e o Rio de Janeiro serão ganhadores. Os Estados perdedores serão Amazonas, Espírito Santo, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Para que a mudança possa ocorrer, a União terá que arcar com as perdas desses sete Estados durante a transição, que pode durar até oito anos. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse, no entanto, que a União não aceita compensar integral e permanentemente essas perdas, inclusive porque parte dos prejuízos que o estudo aponta não é real, pois ele não considerou os benefícios tributários concedidos.

Se a transição para a alíquota interestadual de 4% for de oito anos, o estudo do Ministério da Fazenda estima uma perda de R$ 2,1 bilhões no primeiro ano. Essa perda aumenta ao longo do tempo, chegando a cerca de R$ 13 bilhões no último ano de transição. Barbosa observou que o estudo foi elaborado antes da aprovação da resolução do Senado que unificou em 4% a alíquota interestadual aplicada aos produtos importados, o que acabou com a chamada guerra dos portos. O governo federal já está compensando os Estados que perderam com essa mudança, o que altera o cálculo da perda total com a unificação da alíquota do ICMS em 4% para todos os produtos.

O secretário-executivo da Fazenda admitiu, no entanto, que ainda não há acordo em torno da unificação da alíquota interestadual do ICMS. Alguns Estados querem manter duas alíquota, de 4% e 7%. Atualmente, elas são de 7% e 12%. Para tornar possível um acordo, o governo sugere que a unificação da alíquota em 4% seja feita em quatro anos para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e os Estados do Sul e em oito anos para os Estados no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e o Espírito Santo.

Barbosa admitiu que o espaço fiscal para a União arcar com a transição é pequeno, neste momento em que o Orçamento de 2013 está sendo definido. Ele acredita que o problema pode ser minimizado com o prazo maior para a transição.

Em evento em São Paulo, o coordenador do Confaz, Cláudio Trinchão, disse que, apesar de já terem sido feitas 13 reuniões sobre o assunto, vai demorar até que os Estados cheguem a uma decisão unânime sobre a unificação das alíquotas de ICMS.
 Fonte: Valor Econômico
ICMS unificado beneficiaria 20 Estados

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Lucro líquido da Ambev cresce 5,4% no 2º tri


Ambev teve lucro líquido de 1,93 bilhão de reais no segundo trimestre, alta de 5,4% sobre o mesmo período do ano anterior, informou a empresa nesta terça-feira (31), acrescentando que pode rever investimentos no Brasil em 2012 após aumento de impostos sobre o setor.

No acumulado de semestre, o lucro líquido somou 4,28 bilhões de reais, avanço de 9,1% na comparação anual.

A receita líquida da Ambev cresceu 17,4% no segundo trimestre, para 6,8 bilhões de reais. Na primeira metade do ano, esse dado totalizou de 14 bilhões de reais, alta de 13,6%.

A venda total em volume avançou teve alta anual de 3,3% no segundo trimestre, enquanto o custo de produtos vendidos por hectolitro passou de 55,8 reais no segundo trimestre de 2011 para 61,5 reais no trimestre passado, um aumento de 10,2%.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) saltou 14,3%, para 2,95 bilhões de reais, no segundo trimestre sobre um ano antes. A margem no período, porém, recuou, de 44,4 para 43,2%.

"Com relação às nossas perspectivas para o Brasil, continuamos acreditando que o crescimento de volume no ano deverá ser maior do que no ano passado, e continuaremos buscando um maior equilíbrio entre preço e volumes do que o observado em 2011", afirmou a empresa no balanço.

A companhia informou ainda que "devido ao aumento nos impostos federais no Brasil a partir de outubro de 2012, a magnitude dos nossos investimentos no país em 2012, que estavam inicialmente planejados para ser de até 2,5 bilhões de reais, poderá ser revista".

Em maio, o governo reajustou os valores de cerveja, refrigerante, água e isotônicos sobre os quais incide a cobrança dos tributos federais PIS, Pasep, Cofins e IPI. Essa nova tabela entra em vigor a partir de 1o de outubro.
Fonte: Reuters

Lucro líquido da Ambev cresce 5,4% no 2º tri!!!

Ponto de Vista


Publicado em 17/07/2012
Por Giuseppe Tropi Somma
 Comissão da Verdade.
Do passado ou do presente?
 Esta história de vítimas da ditadura já conhecemos, dita por algum “desertor”. Sabemos que os nossos bravos lutadores, naquela época, não arriscaram suas vidas pela democracia, mas para chegar ao poder com a implantação de um regime comunista ditatorial, nos moldes de Cuba, e com os mesmos métodos revolucionários de Fidel Castro.
Naqueles tempos, podiam-se usar os métodos revolucionários porque eles contavam com o amparo da Rússia, de Cuba, e até da China.
Hoje, com a queda da máscara do comunismo, não se admitem mais revoluções desse tipo, razão pela qual os nossos heróis optaram pela possibilidade e conseguiram chegar ao poder por vias democráticas, e para não mais sentirem-se tachados de terroristas, decidiram promover a autoabsolvição, intitulando-se mártires e heróis ao mesmo tempo. Visto que o povo não está nada convencido desse autojulgamento, sentiram a necessidade de instalar a chamada “Comissão da Verdade”, que, se nada provar, ao menos servirá para mostrar ao povo que, para chegar ao poder, não basta uma campanha de promessas, precisa-se de muita luta, e luta sangrenta. Mas a corajosa empreitada compensou. Aliás, se naquela época o povo soubesse o desfecho dessa luta revolucionária, garanto que 99,99% dos brasileiros teria sido um guerrilheiro fanático (só que hoje faltaria gente para trabalhar, rsrsrs…). Eita negócio bom! Mas isso é pra gente de muita visão.
Por seu significado nulo, entendemos que essa Comissão da Verdade, do passado, só tem uma finalidade: tentar dispersar as atenções do povo da “verdade atual”, dos mensalões, dos Deltas, Cachoeiras etc. É isso que nós queremos. Mexer lá atrás não adianta. Já deu o que tinha que dar, e para quem tinha que dar. O povo gostaria de ver a Comissão da Verdade do presente e não do passado. Mas isso ninguém quer mostrar, porque quem deveria fiscalizar a ética neste país está envolvido até o pescoço com os contraventores, sejam os das “tribunas”, sejam os dos “tribunais”, fazendo nós das “tribos” de palhaços. Nenhum dos três poderes está incólume nas verdades de hoje, nem mesmo o maior partido da oposição. Porque “nunca na história deste país” se trapaceou tanto quanto nesta última década. Teve quem, por falta de criatividade, o fez e o faz com a maior cara de pau, menosprezando a opinião pública, e tem quem o fez e o faz dando uma de santinho, agindo formalmente, dentro das normas legais. Digo isso porque é justo fiscalizar o bando do PT, mas ninguém pergunta ao PSDB o porquê de os paulistas pagarem um pedágio de R$ 0,14 a R$ 0,15 por quilômetro rodado, isto é, de sete a oito vezes mais caro do que pagamos numa rodovia federal, como a Fernão Dias, onde se paga apenas R$ 0,02 por quilômetro. Em São Paulo existe (e está se expandindo por outros estados) um governo tributário privado, chamado “pedágio”, que representa uma gigantesca arrecadação, maior do que a de muitos países da América Latina. Nele o cidadão é assaltado diariamente, de vários modos, e ninguém reclama porque não gosta de se expor. Futuramente, com certeza, a sociedade brasileira acordará e exigirá uma Comissão da Verdade referente aos nossos atuais tempos, mas também, a essa altura, seremos coisas do passado e o povo provavelmente não vai mais se interessar por isso. Digam-me que a tecnologia avançou muito, sim, mas dizer que a sociedade evoluiu muito? Não, por favor! Não pode existir evolução social com a regressão dos valores morais.
 * Reprodução liberada *
 Cav. Giuseppe Tropi Somma é empresário, membro da Abramaco e presidente do Grupo Cavemac.
giuseppe@cavemac.com.br
Fonte: Revista Costura Perfeita

Ponto de Vista!!!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

FEBRATEX 2012 - Tudo pronto para mais uma edição da Febratex – Feira Brasileira para a Indústria Têxtil.


INFORMAÇÕES

De 14 a 17 de agosto de 2012, a cidade de Blumenau, em Santa Catarina, será novamente palco para a exposição do que existe de mais moderno em tecnologia e novidades para o setor têxtil durante a 13ª FEBRATEX – Feira Brasileira para a Indústria Têxtil. Para esta edição do evento, o Grupo FCEM, promotor da mostra, estará utilizando 100% do espaço do Parque Vila Germânica/PROEB.


Uma oportunidade única para incrementar as vendas da sua empresa!


Em 2012, a FEBRATEX contará com uma área total de 15 mil metros quadrados para exposição, onde reunirá 350 estandes com mais de 1900 marcas representadas. Em sua última edição, em 2010, a feira recebeu mais de 87 mil visitantes.

Febratex 2012.

De 14 a 17 de agosto de 2012 – das 14 às 21 horas.

Parque Vila Germânica/PROEB

Rua Alberto Stein, 199 – Bairro: Velha

Blumenau-SC


FEBRATEX 2012!!!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Caminhoneiros aderem à greve e fazem piquete em estradas do PR



Caminhoneiros paranaenses fazem, nesta quarta-feira (25), uma série de manifestações, que incluem a realização de piquetes em rodovias do estado, em adesão à greve da categoria. Pelo menos duas rodovias federais e três entroncamentos de estradas estaduais tinham pontos bloqueados por causa da mobilização dos motoristas. A ação faz parte de uma paralisação de âmbito nacional liderada pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC), iniciada nesta quarta-feira.“O Brasil inteiro está se fechando em piquetes, e no Paraná não é diferente. A paralisação começou com adesão acima de 50% e terá efeito cascata: vai aumentar ao longo dos dias”, disse o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Ponta Grossa (Sinditac) e líder do MUBC no Paraná, Neri Leobet. Ele afirma que os piquetes não são organizados pelo sindicato, mas que são iniciativa dos próprios caminhoneiros. "A nossa recomendação é de que os colegas cruzem os braços, mas que fiquem em casa, com as famílias", afirmou Leobet. Nos piquetes, os motoristas abordam caminhões de carga e convocam os colegas a integrarem o movimento. Carros, motos, ônibus e veículos de emergência são liberados pelos manifestantes. Apesar disso, a mobilização causou lentidão na manhã desta quarta-feira. Um dos pontos de bloqueio foi realizado na rodovia BR-116, no município de Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba, onde caminhoneiros ocuparam uma das faixas e o acostamento da pista sentido São Paulo, próximo a um posto de combustíveis. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), pelo menos 100 caminhoneiros permaneceram no quilômetro 67 da rodovia. A manifestação no local foi encerrada por volta de 11h30. Os motoristas que eram parados pelos manifestantes foram obrigados a estacionar no pátio do posto. Quando se acumulava um grande número de veículos, os policiais rodoviários federais obrigavam os integrantes do movimento a liberarem os caminhoneiros que quisessem seguir viagem. No quilômetro 258 da BR-280, no trevo de Marmeleiro, a pista chegou a ser completamente interditada, mas foi liberada por volta de 10 horas. Segundo a PRF, os caminhoneiros permanecem no ponto, mas não há congestionamentos, apenas lentidão. Na BR-163 há bloqueios em dois pontos: na altura dos municípios de Pranchita e de Barracão. Ao meio-dia, a PRF informou que os caminhoneiros fizeram um intervalo na manifestação. O ponto voltou a ser bloqueado por volta das 14 horas, segundo a PRF. Também haviam bloqueios, no final da manhã, na BR-487, próximo ao entroncamento com a BR-369, em Cascavel, e próximo a um posto de combustíveis na BR-487 com a BR-272, em Goioerê. Na BR-373, no quilômetro 478, em Coronoel Vivida, os veículos de carga são parados na tarde desta quarta-feira. A Polícia Rodoviária Federal divulga que, exceto as manifestações na região de Marmeleiro, Pranchita e Guarapuava, não há ocorrências de outras interrupções nas estradas federais no Paraná às 15h30. Rodovias estaduais Os caminhoneiros também fazem manifestações em outros pontos do estado. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) informou que há interdições no quilômetro 462 da PR-182, no município de Realeza; no entroncamento da PR-566 com a PR-493, no município de Itapejara do Oeste, no trevo da PR-180 com a PR-566, em Francisco Beltrão. "A manifestação está sendo pacifica, somente com parada de caminhões que aderem espontaneamente e, então, ficam no patio de postos de combustiveis nas proximidades, sem interrupcao do transito aos demais veículos", afirmou o sargento Farias, de Francisco Beltrão. Segundo a PRE, apesar dos bloqueios, de um modo geral, não há "grandes congestionamentos" nos pontos de manifestação, porque os caminhoneiros se comprometeram a liberar o tráfego a cada duas horas. Empresas ainda não podem medir impacto da greve O presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná (Setcepar), Gilberto Antônio Cantu, afirma que ainda não é possível fazer uma avaliação precisa do impacto da mobilização e sobre até onde a paralisação pode chegar. Ele diz que, mesmo entre os caminhoneiros, a greve não é uma unanimidade, o que dificulta uma previsão. “Estamos fazendo levantamentos para saber a extensão desse movimento. Se a paralisação for só hoje, não terá grandes impactos. Mas evidentemente que, se for algo continuado, pode haver desabastecimento”, disse. Segundo Cantu, a orientação repassada pelas empresas aos caminhoneiros foi de que não aderissem à paralisação e que permanecessem estacionados em local seguro, assim que notassem piquetes. Em todo o Brasil, a frota é de 1,6 milhão de caminhões, que transportam 65% do que é produzido no país. Segundo o Setcepar, a ANTT faz um recadastramento nos estados, de modo que não é possível saber quantos veículos de carga existem no Paraná. Reivindicações A mobilização é uma reação a pontos da chamada Lei do Caminhoneiro – em vigor desde junho deste ano – que limitou a jornada de trabalho a 10 horas para os contratados e a 12 horas para os autônomos. Outra exigência são intervalos de 30 minutos a cada 4 horas trabalhadas e um repouso ininterrupto de 11 horas a cada 24 horas. Os caminhoneiros querem a suspensão da lei até que sejam construídos “pontos de paradas”, onde os veículos possam permanecer em segurança. A categoria também contesta pontos da Resolução 3658, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que acaba com a carta-frete e a informalidade na discriminação de custos da contratação de autônomos por parte das transportadoras. Os trabalhadores pedem a suspensão temporária da norma, até que o sistema eletrônico de pagamento seja estruturado. Os caminhoneiros também reivindicam pontos que garantiriam mais segurança nas estradas. Dentro as solicitações, estão a criação do Fórum Nacional do Transporte, a suspensão imediata da fabricação dos bitrens (composições rodoviárias com nove eixos), aprovação do estatuto dos motorista, e criação em todo o país de delegacias especializadas em combater roubos de cargas.
Fonte: Gazeta do Povo

Marketing de Varejo!!!