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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Crise faz a Europa importar menos cachaça brasileira

O aperto no bolso de parte dos europeus, trazido pela crise econômica, provocou redução nas exportações brasileiras de cachaça para o Velho Continente nos sete primeiros meses deste ano.

Grécia e Portugal tiveram as maiores retrações nas compras, enquanto a Espanha manteve o volume do ano passado. Já a Itália, um dos principais importadores do produto, elevou em 23% as compras em relação a 2011. A Itália também passa por problemas econômicos.

A queda nas exportações ocorre mesmo com a desvalorização do real, de 8% neste ano em relação ao dólar, o que torna as vendas externas mais competitivas.

Até mesmo a Alemanha, tradicional líder na importação de cachaça, comprou menos produto brasileiro.

Os alemães importaram 1,3 milhão de litros de janeiro a julho, 34% menos do que em igual período anterior. Os gastos alemães caíram para US$ 1,45 milhão no período.

Se os europeus importam menos, os norte-americanos aumentam as compras da bebida, pagando mais.

A importação feita pelos EUA somou 420 mil litros até julho, ou US$ 1,3 milhão. Os gastos dos norte-americanos subiram 33% no período.

Os países da América do Sul também foram importantes para o mercado brasileiro de cachaça. O Paraguai, quarto maior importador da bebida brasileira, elevou em 14% as compras, que atingiram US$ 706 mil. Os argentinos, embora com participação menor no mercado brasileiro (347 mil litros), elevaram em 60% as compras neste ano.

Os exportadores conseguem também avançar no mercado asiático e no Oriente Médio. Os Emirados Árabes elevaram em 122% as compras, enquanto a China aumentou o volume deste ano para 17 mil litros.Pé no freio As exportações de etanol estão com forte recuo no início deste mês. As vendas somam 7 milhões de litros por dia útil, 63% menos do que as de julho e 46% inferiores às de agosto de 2011, segundo dados da Secex. 

Fonte: Folha de S.Paulo

Crise faz a Europa importar menos cachaça brasileira

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Dólar mais caro não freia importado

Levantamento da Fiesp mostra que fatia de concorrentes estrangeiros subiu e foi recorde no 2º trimestre de 2012

Indústria diz que vai levar tempo para que os setores afetados possam se reerguer e recuperar mercado


Nem a recente valorização do dólar tem ajudado a indústria nacional a concorrer com os importados.

Segundo levantamento da Fiesp, a presença de produtos estrangeiros no consumo doméstico de itens industriais aumentou no segundo trimestre. Isso apesar da desvalorização de 11% do real ante o dólar em relação à cotação média do primeiro trimestre.

A desvalorização deixa o produto brasileiro mais barato em dólar e, em tese, mais competitivo.

Mesmo assim, a Fiesp informou que 1 em cada 4 produtos industriais consumidos no país é importado (24,05%). A marca é recorde, superior à do quarto trimestre de 2011 (23,97%), quando o dólar médio era de R$ 1,80. Ontem, a moeda fechou a R$ 2,021.

Segundo pesquisa semanal do Banco Central, analistas preveem que a taxa de câmbio fechará 2012 em R$ 2, diante da intenção do governo de manter a desvalorização do real para dar competitividade à indústria.

DÓLAR A R$ 2,30

De acordo com o diretor de assuntos internacionais da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca, o dólar mais caro ainda não surtiu efeito por completo e defende mais:

"Diante da excessiva valorização do real ocorrida no passado, há espaço para o dólar ir a R$ 2,20, R$ 2,30".

Além disso, diz, alguns fabricantes desapareceram com a falta de encomendas, e a recuperação leva tempo.

"A 'ressubstituição' dos importados não depende só de preço, mas também de qualidade. Os fabricantes que ficaram parados dois, três anos terão que atualizar a produção e introduzir tecnologia para competir. Isso pode levar anos", disse.

A perda da fatia dos produtos nacionais ocorreu mesmo com a queda do consumo doméstico. Com a crise, o consumo de itens industriais recuou 3,8% no segundo trimestre ante o mesmo período do ano passado.

Mas a produção doméstica caiu mais: 5,2%. Assim, mesmo com um mercado menor, a importação aumentou 1%.

Além do câmbio, diz Giannetti, a recuperação da competitividade depende da confiança de que os estímulos dados ao setor continuarão.

"Antes de inventar novas medidas, o governo deveria manter e ampliar as que estão em curso, como a desoneração da folha de pagamentos e o Reintegra [devolução de imposto ao exportador]."

A Fiesp informou ainda que a fatia da produção local voltada para exportação também subiu e alcançou 20,5%. 
Fonte: Folha de S.Paulo

Dólar mais caro não freia importado

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ICMS unificado beneficiaria 20 Estados

Estudo feito pelo Ministério da Fazenda mostra que 20 dos 27 Estados (incluindo o Distrito Federal) ganharão com a unificação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 4%. Nas projeções da Fazenda, até mesmo São Paulo, o maior exportador do país, ganhará com a mudança. Também Minas Gerais e o Rio de Janeiro serão ganhadores. Os Estados perdedores serão Amazonas, Espírito Santo, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Para que a mudança possa ocorrer, a União terá que arcar com as perdas desses sete Estados durante a transição, que pode durar até oito anos. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse, no entanto, que a União não aceita compensar integral e permanentemente essas perdas, inclusive porque parte dos prejuízos que o estudo aponta não é real, pois ele não considerou os benefícios tributários concedidos.

Se a transição para a alíquota interestadual de 4% for de oito anos, o estudo do Ministério da Fazenda estima uma perda de R$ 2,1 bilhões no primeiro ano. Essa perda aumenta ao longo do tempo, chegando a cerca de R$ 13 bilhões no último ano de transição. Barbosa observou que o estudo foi elaborado antes da aprovação da resolução do Senado que unificou em 4% a alíquota interestadual aplicada aos produtos importados, o que acabou com a chamada guerra dos portos. O governo federal já está compensando os Estados que perderam com essa mudança, o que altera o cálculo da perda total com a unificação da alíquota do ICMS em 4% para todos os produtos.

O secretário-executivo da Fazenda admitiu, no entanto, que ainda não há acordo em torno da unificação da alíquota interestadual do ICMS. Alguns Estados querem manter duas alíquota, de 4% e 7%. Atualmente, elas são de 7% e 12%. Para tornar possível um acordo, o governo sugere que a unificação da alíquota em 4% seja feita em quatro anos para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e os Estados do Sul e em oito anos para os Estados no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e o Espírito Santo.

Barbosa admitiu que o espaço fiscal para a União arcar com a transição é pequeno, neste momento em que o Orçamento de 2013 está sendo definido. Ele acredita que o problema pode ser minimizado com o prazo maior para a transição.

Em evento em São Paulo, o coordenador do Confaz, Cláudio Trinchão, disse que, apesar de já terem sido feitas 13 reuniões sobre o assunto, vai demorar até que os Estados cheguem a uma decisão unânime sobre a unificação das alíquotas de ICMS.
 Fonte: Valor Econômico
ICMS unificado beneficiaria 20 Estados

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Lucro líquido da Ambev cresce 5,4% no 2º tri


Ambev teve lucro líquido de 1,93 bilhão de reais no segundo trimestre, alta de 5,4% sobre o mesmo período do ano anterior, informou a empresa nesta terça-feira (31), acrescentando que pode rever investimentos no Brasil em 2012 após aumento de impostos sobre o setor.

No acumulado de semestre, o lucro líquido somou 4,28 bilhões de reais, avanço de 9,1% na comparação anual.

A receita líquida da Ambev cresceu 17,4% no segundo trimestre, para 6,8 bilhões de reais. Na primeira metade do ano, esse dado totalizou de 14 bilhões de reais, alta de 13,6%.

A venda total em volume avançou teve alta anual de 3,3% no segundo trimestre, enquanto o custo de produtos vendidos por hectolitro passou de 55,8 reais no segundo trimestre de 2011 para 61,5 reais no trimestre passado, um aumento de 10,2%.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) saltou 14,3%, para 2,95 bilhões de reais, no segundo trimestre sobre um ano antes. A margem no período, porém, recuou, de 44,4 para 43,2%.

"Com relação às nossas perspectivas para o Brasil, continuamos acreditando que o crescimento de volume no ano deverá ser maior do que no ano passado, e continuaremos buscando um maior equilíbrio entre preço e volumes do que o observado em 2011", afirmou a empresa no balanço.

A companhia informou ainda que "devido ao aumento nos impostos federais no Brasil a partir de outubro de 2012, a magnitude dos nossos investimentos no país em 2012, que estavam inicialmente planejados para ser de até 2,5 bilhões de reais, poderá ser revista".

Em maio, o governo reajustou os valores de cerveja, refrigerante, água e isotônicos sobre os quais incide a cobrança dos tributos federais PIS, Pasep, Cofins e IPI. Essa nova tabela entra em vigor a partir de 1o de outubro.
Fonte: Reuters

Lucro líquido da Ambev cresce 5,4% no 2º tri!!!

Ponto de Vista


Publicado em 17/07/2012
Por Giuseppe Tropi Somma
 Comissão da Verdade.
Do passado ou do presente?
 Esta história de vítimas da ditadura já conhecemos, dita por algum “desertor”. Sabemos que os nossos bravos lutadores, naquela época, não arriscaram suas vidas pela democracia, mas para chegar ao poder com a implantação de um regime comunista ditatorial, nos moldes de Cuba, e com os mesmos métodos revolucionários de Fidel Castro.
Naqueles tempos, podiam-se usar os métodos revolucionários porque eles contavam com o amparo da Rússia, de Cuba, e até da China.
Hoje, com a queda da máscara do comunismo, não se admitem mais revoluções desse tipo, razão pela qual os nossos heróis optaram pela possibilidade e conseguiram chegar ao poder por vias democráticas, e para não mais sentirem-se tachados de terroristas, decidiram promover a autoabsolvição, intitulando-se mártires e heróis ao mesmo tempo. Visto que o povo não está nada convencido desse autojulgamento, sentiram a necessidade de instalar a chamada “Comissão da Verdade”, que, se nada provar, ao menos servirá para mostrar ao povo que, para chegar ao poder, não basta uma campanha de promessas, precisa-se de muita luta, e luta sangrenta. Mas a corajosa empreitada compensou. Aliás, se naquela época o povo soubesse o desfecho dessa luta revolucionária, garanto que 99,99% dos brasileiros teria sido um guerrilheiro fanático (só que hoje faltaria gente para trabalhar, rsrsrs…). Eita negócio bom! Mas isso é pra gente de muita visão.
Por seu significado nulo, entendemos que essa Comissão da Verdade, do passado, só tem uma finalidade: tentar dispersar as atenções do povo da “verdade atual”, dos mensalões, dos Deltas, Cachoeiras etc. É isso que nós queremos. Mexer lá atrás não adianta. Já deu o que tinha que dar, e para quem tinha que dar. O povo gostaria de ver a Comissão da Verdade do presente e não do passado. Mas isso ninguém quer mostrar, porque quem deveria fiscalizar a ética neste país está envolvido até o pescoço com os contraventores, sejam os das “tribunas”, sejam os dos “tribunais”, fazendo nós das “tribos” de palhaços. Nenhum dos três poderes está incólume nas verdades de hoje, nem mesmo o maior partido da oposição. Porque “nunca na história deste país” se trapaceou tanto quanto nesta última década. Teve quem, por falta de criatividade, o fez e o faz com a maior cara de pau, menosprezando a opinião pública, e tem quem o fez e o faz dando uma de santinho, agindo formalmente, dentro das normas legais. Digo isso porque é justo fiscalizar o bando do PT, mas ninguém pergunta ao PSDB o porquê de os paulistas pagarem um pedágio de R$ 0,14 a R$ 0,15 por quilômetro rodado, isto é, de sete a oito vezes mais caro do que pagamos numa rodovia federal, como a Fernão Dias, onde se paga apenas R$ 0,02 por quilômetro. Em São Paulo existe (e está se expandindo por outros estados) um governo tributário privado, chamado “pedágio”, que representa uma gigantesca arrecadação, maior do que a de muitos países da América Latina. Nele o cidadão é assaltado diariamente, de vários modos, e ninguém reclama porque não gosta de se expor. Futuramente, com certeza, a sociedade brasileira acordará e exigirá uma Comissão da Verdade referente aos nossos atuais tempos, mas também, a essa altura, seremos coisas do passado e o povo provavelmente não vai mais se interessar por isso. Digam-me que a tecnologia avançou muito, sim, mas dizer que a sociedade evoluiu muito? Não, por favor! Não pode existir evolução social com a regressão dos valores morais.
 * Reprodução liberada *
 Cav. Giuseppe Tropi Somma é empresário, membro da Abramaco e presidente do Grupo Cavemac.
giuseppe@cavemac.com.br
Fonte: Revista Costura Perfeita

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