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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Como vai ser o segundo semestre do seu e-commerce?

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Estamos quase em julho e mais um semestre está acabando. É um ótimo momento para pensar em como está o seu negócio on-line. Se você não usa ainda o PagSeguro a primeira dica é fazer seu cadastro e usar a solução de pagamento digital do PagSeguro. É um cadastro rápido e você já pode implementar em sua loja, via programação ou através do botão de pagamento.
Depois veja como foi sua venda nos últimos 6 meses. Foi acima ou abaixo do esperado? Onde foram os acertos, onde foram os erros? Onde poderia ter sido melhor? Este momento de reflexão pode ser muito importante para o seu resultado no final de ano.
Mas só refletir não adiante, é importante tomar medidas sobre o que você descobriu e criar um plano de ação. Numa planilha você pode colocar numa coluna a ação necessária, na outra a data limite para que a ação seja implementada e em outra coluna o nome do responsável pela ação. Assim você acompanha exatamente o que está fazendo e acredite será ótimo ver as etapas sendo concluídas uma-a-uma e ver o impacto disto no seu negócio.
E por fim não deixe de estipular novas metas. Onde você quer estar em dezembro de 2012? Como vai ser o seu Natal? Faça metas plausíveis e prevendo um crescimento para seu negócio. Se for o caso compartilhe a meta com a equipe e combine um bônus caso as marcas sejam atingidas. Pode ser uma festa, um presente no final do ano ou até mesmo um valor extra no salário. Assim todos se engajam com você na missão de ter um negócio digital on-line de sucesso.
E não deixe de ficar ligado aqui no blog do PagSeguro sempre com dicas, notícias do setor e cases inspiradores de sucesso.
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Indústria: confiança recua em junho e tem 1ª queda no ano



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A confiança da indústria recuou 0,2% em junho na comparação com o mês anterior, a primeira queda do ano, ao passar de 103,4 pontos para 103,2 pontos. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Segundo a pesquisa, a diminuição da confiança foi influenciada pela piora das expectativas em relação aos meses seguintes.
O Índice de Expectativas (IE) caiu 1,4%, de 103,4 para 102,0 pontos. No sentido contrário, o Índice da Situação Atual (ISA) avançou 0,9%, ao passar de 103,5 para 104,4 pontos, alcançando seu maior valor desde julho de 2011 (107,4).
"O resultado geral sinaliza que a recuperação do nível de atividade do setor perdeu fôlego ao longo do segundo trimestre e que a indústria inicia o segundo semestre ainda em ritmo lento", informa a FGV.
Fonte: Folhapress




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terça-feira, 26 de junho de 2012

Taxas de juros recuam, mas inadimplência bate recorde em maio




Se de um lado houve redução das taxas médias de juros de empréstimos dos bancos para o menor nível desde 2000, na outra ponta a inadimplência bateu recorde de alta em maio. É o que mostram os dados da nota de crédito divulgada pelo Banco Central nesta terça-feira.
A taxa de inadimplência, considerando pagamentos em atraso há mais de 90 dias, apresentou alta de 0,1 ponto percentual em maio, alcançando 6%. É o maior percentual da série histórica, com início em junho de 2000. O avanço contraria o discurso do BC de que a inadimplência está em caminho de estabilização, com perspectiva de queda.
Esse percentual engloba as operações de crédito que são referenciais para o cálculo da taxa média de juros, que inclui quase todo o crédito livre.
Nos empréstimos e financiamentos referenciais a empresas, a inadimplência permaneceu em 4,1%. No segmento de pessoas físicas, a taxa de atrasos aumentou 0,2 ponto percentual, para 8%, a maior desde novembro de 2009, quando também estava em 8%.
A inadimplência na compra de veículos também alcançou números inéditos. A taxa das operações com pagamentos em atraso há mais de 90 dias subiu 0,2 ponto percentual e atingiu 6,1% no fim do mês passado. Em 12 meses terminados em maio, este indicador é de 2,5%, a maior taxa entre as modalidades de crédito à pessoa física.
Já a taxa de inadimplência de todas as operações de crédito do sistema financeiro, livre e direcionado, continuou em 3,8% em maio. O volume de operações que tinha pelo menos uma prestação em atrasou há mais de 90 dias somou R$ 81,727 bilhões no mês passado.

Com campanha estatal, juros caem

A taxa média de juros das operações referenciais de crédito do sistema financeiro caiu 2,2 pontos percentuais entre abril e maio, atingindo 32,9% ao ano, também atualizando o menor nível da série histórica calculada pela autoridade monetária (desde junho de 2000). Até então, a menor taxa média tinha sido registrada em dezembro de 2007 (33,83% ao ano).
Dados prévios de junho apresentados pelo BC mostram novas reduções nas taxas de juros cobradas pelos bancos. Nos dez primeiros dias de junho a taxa média cobradacaiu 1,3 ponto percentual na comparação com a média de maio, para 31,6% ao ano, um novo piso da série histórica com início em junho de 2000.
O governo iniciou em abril uma cruzada pela redução do spread bancário - a diferença entre a taxa de captação dos bancos e a cobrada dos clientes.
A queda foi puxada pelas operações direcionadas às pessoas físicas, cujo custo do crédito caiu 3 pontos percentuais no mês passado, para 38,8% ao ano. Para as empresas, a média caiu de 26,3% para 25% ao ano.
Os spreads bancários caíram de 26,3 pontos percentuais em abril para 24,7 pontos em maio, o mais baixo desde dezembro de 2010.
Nas operações com pessoas físicas, o spread, que era de 32,9 pontos percentuais em abril, caiu para 30,5 pontos em maio. As empresas, por sua vez, contrataram crédito com spread de 16,8 pontos em maio, ante 17,5 pontos no mês anterior.

Fonte: Valor Econômico


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terça-feira, 12 de junho de 2012

Exportações do agronegócio batem recorde em maio

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As exportações do agronegócio alcançaram em maio o melhor resultado da história. A receita cresceu 21,2% em relação ao mesmo mês do ano passado e somou R$ 10,26 bilhões, superando o recorde de US$ 9,84 bilhões registrado em agosto de 2011.
O resultado se deve ao desempenho do complexo soja, que no mês respondeu por cerca de 90% do incremento das exportações do agronegócio, segundo levantamento do Ministério da Agricultura. O estudo mostra que em maio as vendas externas do complexo soja cresceram 31,1% em volume e 45,2% em valor.
O complexo soja também é responsável pelo bom desempenho da balança do agronegócio nos primeiros cinco meses do ano. A receita das exportações cresceu 7,1% e atingiu US$ 36,7 bilhões, e enquanto as despesas com importações recuaram 0,8% para US$ 6 945 bilhões. O superávit cresceu 9,2% para Us$ 29,7 bilhões.
O crescimento das exportações neste início de ano deve principalmente ao ritmo acelerado dos embarques de soja, apesar da quebra de safra estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 11,5% (menos 8,6 milhões de toneladas).
As perdas foram provocadas pela estiagem que castigou as lavouras na região Sul. No caso da soja em grão, os embarques de janeiro a julho deste ano correspondem a 81% das 31,1 milhões de toneladas previstas para esta safra pela Conab. Em igual período do ano passado os embarques somaram 59,5% do total exportado.
Os dados relativos aos últimos 12 meses mostram que as exportações do agronegócio cresceram 17,9% e atingiram US$ 97,4 bilhões. As importações aumentaram 13,9% para US$ 17,4 bilhões. "A forte elevação das vendas externas propiciou um saldo comercial de US$ 80 bilhões no período", diz o Ministério.
Os dados acumulados sobre as exportações do complexo carnes de janeiro a maio deste ano apontam que, em relação a igual período do ano passado, que as vendas cresceram 5,7% em volume e 1,9% em valor. O preço médio das carnes recuou 3,6%.
As exportações de carne bovina cresceram 3,6% em volume e 3,5% em receita, com leve recuo de 0,1% no preço médio. Já as vendas externas de carne de frango aumentaram 5,4% em volume e recuaram 0,5% em valor, em virtude da queda de 5,6% no preço médio. A carne suína registrou aumento de 4,3% nos embarques e retração de 1,1% na receita, em função da queda de 5,2% no preço médio.
O setor sucroalcooleiro registrou queda de 13,9% no volume exportado e de 11,9% na receita nos primeiros cinco meses deste ano. A receita recuou US$ 985 milhões e ficou em US$ 6,216 bilhões. A queda se deve à retração de 15% tanto no embarque como na receita de açúcar, em relação ao período de janeiro a maio do ano passado. O valor das exportações de açúcar ficou em US$ 5,844 bilhões. Já as exportações de etanol cresceram 33% em valor (para US$ 362 milhões).
Fonte: Agência Estado
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Varejo do país é eleito o mais atraente

    A crise internacional mudou o mapa dos mercados em desenvolvimento com maior potencial para atrair investimentos estrangeiros para o varejo. Países da América Latina e do Oriente Médio aparecem entre os 30 mercados mais atraentes, revela a edição deste ano do ranking feito pela consultoria norte-americana A. T. Kearney. E, pelo segundo ano seguido, o Brasil lidera a lista dos mercados com maior potencial de investimento, seguido, neste ano, pelo Chile, China e Uruguai.
A consultoria avalia 25 variáveis de cada país, reunidas em quatro grupos: atratividade do mercado, risco econômico e político, saturação do mercado e em quanto tempo novos players estarão presentes na região.
No caso do Brasil, os fatores que mais contribuíram para o país ter permanecido no topo foram os indicadores de baixa saturação de mercado e potencial de consumo, diz Esteban Bowles, sócio da consultoria e líder da prática de Varejo e Bens de Consumo na América Latina.
Segundo a pesquisa, o tamanho do mercado varejista brasileiro aumentou 15% no ano passado e os gastos com consumo têm crescido 9% ao ano desde 2007. “O crescimento da nova classe média brasileira continua impulsionando o desenvolvimento do setor varejista”, diz Bowles. Ele acrescenta que o varejo de luxo também ganha força no Brasil e em outros países da América Latina, refletindo o melhoria de poder aquisitivo da população.
Regiões
“A participação da América Latina e dos países do Oriente Médio é forte”, diz Bowles. Ele destaca que, neste ano, sete países no ranking de 30 são latino-americanos. Além do Brasil e do Chile, estão na lista dos latinos Uruguai, Peru, Colômbia, Panamá e México. Emirados Árabes, Omã, Kuwait, Arábia Saudita, Jordânia e Líbano engrossam a relação de paí­ses do Oriente Médio.
O executivo explica que esses mercados de consumo ganharam relevância porque a crise nas economias desenvolvidas acabou tendo reflexos nos países do leste europeu, que apresentaram sinais de saturação no consumo.
Fonte: Agência Estado
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Dia dos Namorados... 2012


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segunda-feira, 4 de junho de 2012

A chave para inovação






Há alguns bilhões de anos uma sopa química deu origem a vida em nosso planeta. Antigas formas de vida foram ficando mais e mais sofisticadas por meio de três simples mecanismos (mutação, cruzamento e seleção), fantasticamente explicados por Darwin, em 1859. Alguns organismos começaram a desenvolver estruturas neurais, capacidade de se comunicar e de criar ferramentas. Desenvolvemos a capacidade do design, de criar o novo, também criamos a arte, a ciência e a tecnologia, com a qual dominamos todas as outras formas de vida. Com a capacidade de criar aceleramos ainda mais o processo e ganhamos escala.
Mudamos tudo a nossa volta e criamos um modelo de vida além do que os recursos do planeta seriam capazes de sustentar. Alguém poderia dizer: “É porque somos muitos!”, mas será que é por isto mesmo? Se compararmos a biomassa humana com a biomassa das formigas, por exemplo, as formigas pesam de três a quatro vezes mais que nós. Seria o equivalente a ter 30 bilhões de pessoas no planeta atualmente. Também, alguém poderia dizer: “É porque não tem dinheiro para todo mundo!”, mas será que é falta de dinheiro? Lembro-me do Ted Turner, criador da CNN, dizer que os trilhões de dólares gastos na guerra-fria seriam suficientes para todo ser humano viver no paraíso material, ou seja, não é porque somos muitos ou porque não temos dinheiro, mas sim pelo modelo de vida que escolhemos.
Podemos pensar a tecnologia, a comunicação e a competição do mundo atual como partes de um processo similar aos usados na seleção natural. A tecnologia atua como um mecanismo de mutação e constantemente gera novas possibilidades. A comunicação e a conectividade permitem a combinação de ideias equivalente a um mecanismo de cruzamento. E, por fim, a competição dos mercados atua como um grande processo de seleção, decidindo o que sobrevive e passa para a próxima geração. Uma dinâmica capaz de nos manter em constante revolução e de criar toda essa diversidade de ideias, produtos, serviços e experiências que estamos presenciando.
Darwin nunca disse que era o mais forte ou o mais inteligente que sobrevive, o que ele nos disse foi: “Quem sobrevive é quem está mais preparado para mudanças, ou seja, o mais adaptável”. Em um mundo de extrema competição como o que estamos vivendo, pessoas e organizações precisam aprender a se adaptar, cada vez mais rápido.
O que determina o sucesso de uma organização é a capacidade de atrair a atenção dos consumidores para as suas ideias, produtos ou serviços. E, para isso, é preciso se diferenciar. A essência da inovação é a busca pela diferenciação. A tentativa de deixar o cardume e buscar uma nova alternativa. Algo que, até então, não acontece na tecnologia ou em qualquer outro lugar, mas exclusivamente em nossas mentes. Uma capacidade que não dá para ser percebida pelo exterior. Não importa a idade, a origem, o sexo ou a cor da gravata, mas envolve a capacidade de navegar no problema sem se perder; modelar o todo e as partes, fazer as perguntas certas, nas horas certas; vencer aparentes contradições; manter a mente de criança; arriscar; e, assim, criar e contar uma nova história.
Conhecimento é a chave para abrir as portas da inovação e está diretamente ligado com a qualidade de nossas fontes e o treinamento intelectual que nos colocamos. Se procurarmos ideias radicalmente diferentes, nossa perspectiva precisa ser radicalmente diferente. Richard Feynman, ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1965, costumava dizer que se colocava no lugar de marcianos para se perguntar: “O que eles iriam achar se encontrassem tal problema?”
Para inovar, uma empresa necessita criar um ambiente certo, uma cultura certa para inspirar as pessoas e potencializar suas mentes a atingir todo seu potencial. Não adianta comprar máquinas, processos, sistemas e não trabalhar o indivíduo. Trata-se da tarefa mais importante para os líderes de hoje. Em inovação não existem fórmulas. Antes de criar as inovações, precisamos criar os inovadores.
Charles Bezerra (Diretor-executivo do Gad’Innovation. Possui Ph.D. em Design pelo Illinois Institute of Technology e trabalhou como consultor de inovação em vários projetos internacionais para empresas como Steelcase, Sabre Holdings e Marriott Hotels. Foi gerente de design para América Latina da Motorola e ganhou o prêmio de ouro no IDEA’08. Também é autor do livro “O designer humilde: lógica e ética para inovação”)

16/06/2010

Este artigo foi desenvolvido exclusivamente para o Portal HSM. A reprodução total ou parcial deste conteúdo é permitida mediante citação de fonte e inserção do link para o Portal HSM Online.



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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Fast Fashion

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                Segmento forte no mercado, o fast fashion marcou o início deste século e mudou a maneira e a dinâmica de como consumir e confeccionar a moda. A Zara espalhou a febre do consumo rápido pelo mundo todo e tornou-se referência para diversos outros empresários que resolveram investir neste modelo de negócios. Hoje, diversos outros seguem a mesma fórmula e novas adaptações e propostas são aplicadas.
                Para o escritor e consultor de moda, Eurico Cietta, autor do livro A Revolução do Fast-Fashion, "o que o fast-fashion nos ensina é o fato de que num mercado no qual aumentam os custos e os riscos, o modelo tradicional de criação/produção com tempos longos é extremamente arriscado para quem não tem uma marca forte e não pode impor suas escolhas no mercado".  Por isso, apostar em novidades constantes para os consumidores é imprescindível. Tudo é muito rápido nos dias de hoje, a rotina, a alimentação, a informação. A moda não pode fugir disso.
                O fast-fashion é uma evolução da moda pronta entrega. A partida da experiência de pequenas empresas que fazem produção rápidas, imitando os produtos mais vendidos da estação, nasceram companhias que reinventaram o prêt-à-porter. A evolução disso é que as empresas são então capazes de competir tanto com grifes de alto poder aquisitivo quanto com aquelas que oferecem produtos com preços baixos. Esse modelo criativo, produtivo e de distribuição, pode ser tomado como exemplo por muitas empresas brasileiras.
                No Brasil, Renner, C&A e Riachuelo, comercializam versões das tendências das passarelas com preço mais acessível. A Zara, que já tem algumas lojas no país, também vende o que as consumidoras querem, mas algumas peças acabam saindo ainda um pouco caras por conta das taxas de importação. E mesmo com grandes magazines produzindo moda rápida, marcas menores também conseguem se firmar no mercado usando a fórmula fast fashion, como a Farm e a Espaço Fashion.
                Outra característica que desperta ainda mais o desejo e a necessidade de consumo, é a parceria entre grandes estilistas e marcas com esses magazines, tornando o luxo, ou a ideia dele, acessível. A sueca H&M já lançou coleções assinadas por Madona, Karl Lagerfeld, Sonia Rykiel e recentemente com a Lanvin by Alber Elbaz. A Topshop teve seu love affair por três anos com a modelo Kate Moss. Nas araras nacionais, Espaço Fashion, Alexandre Herchovitch. Amir Riachuelo entrou na onda e lançou no final no final do ano passado, a coleção Copacabana assinada por Oskar Metsavaht, da Osklen.
                Para este ano, já está confirmada a abertura de duas lojas da Topshop em São Paulo, uma em cada semestre do ano. Sobre a H&M, que causa comoção a cada lançamento de coleção em parceria com estilista renomado, ainda não há previsão de abertura de uma filial da loja na América Latina.
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